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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

{Outubro Trevoso} [Resenha] 30 Dias de Noite

Se você, assim como eu, achava que “30 Dias de Noite” se resumia a um filme excepcional e a outro filme repleto de furos você está redondamente enganado...


terça-feira, 16 de julho de 2019

[Resenha] Candyman


Depois de arrasar ao nos enviar ao inferno em “Hellraiser” e do fracasso imensurável que foi nosso tour no submundo em “Evangelho de Sangue”, chegou a hora de tirarmos a média e voltarmos para um mundo criado pelas palavras perturbadoras de Clive Barker em “Candyman”.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

[Resenha?] "O Culto", de Justin Benson e Aaron Moorhead


“O Culto”, dirigido e protagonizado por Justin Benson e Aaron Moorhead (que, para complicar a vida de quem quer escrever sobre o filme deles, batizaram os protagonistas com os próprios nomes), é um filme extremamente eficiente em estabelecer um plot misterioso que fisga o expectador. Infelizmente, alguns exageros narrativos e falta de direção no terceiro ato fazem dele um filme decepcionante, ainda que digno de ser visto.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

{Outubro Trevoso} [Especial] 20 Indicações para deixar outubro ainda mais aterrorizante >:)


Mais uma vez é chegada a hora de olhar embaixo da cama, diretamente para a escuridão. É momento de deixar todos os pesadelos se tornarem realidade e nunca mais dormir. Vocês pensaram que 2018 não teria Outubro Trevoso? Pois pensaram errado kiriiiiiidos!

quarta-feira, 16 de maio de 2018

[Resenha?] Amadeus, de Milos Forman


O corte do diretor de “Amadeus” é um filme gigantesco, ultrapassando as três horas de duração; algo que, atualmente, torna muito difícil sua apreciação. E não é só por não termos tempo, mas também porque computadores e celulares estão sempre manipulando nossos cérebros primatas com seus LEDs piscantes e notificações sonoras. Por conta disso, tenho esse filme em minha lista já a algum tempo mas hesitei em assisti-lo justamente pelo tempo que teria de investir nele (lembra quando você maratonava cada volta e meia a versão estendida de “Senhor dos Anéis”? The good ol’ days...). Infelizmente foi um evento trágico que me motivou a sair dessa inércia: o recente falecimento do diretor Milos Forman, responsável por outras grandes obras como “Um Estranho no Ninho”, “O Mundo de Andy” e “O Povo Contra Larry Flint”, além, é claro, do próprio “Amadeus”. Portanto, decidi dar o respeito a esse grande realizador e encarar o que, para diversos críticos, é seu magnum opus.

quinta-feira, 8 de março de 2018

terça-feira, 31 de outubro de 2017

{Outubro Trevoso} [Especial] Terror para assistir e se apaixonar


Sejamos francos: não existe Halloween no Brasil. Seria legal se existisse mas a verdade nua e crua é que não há. Não adianta forçar a barra. Você só vai estar sendo um chato do caralho se forçar a barra. Não force a barra, ela já passou por muita coisa. Deixe ela em repouso, que é seu estado natural.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

{Outubro Trevoso} [Resenha] Raw


“Raw” é um filme francês de 2016, estréia da diretora francesa Julia Ducournau, em que uma garota vegetariana, superprotegida. Isolada de qualquer contato social comum graças a um trauma por parte de sua mãe. Juliet vai para a faculdade de medicina veterinária, por sinal a mesma faculdade que formou sua família, e abre as portas (escancara, na verdade) para a fase adulta onde, como se não bastassem as bizarrices habituais do processo de amadurecimento, ela é obrigada a passar por uma das piores experiências de trote de todos os tempos e comer um pedaço de carne misterioso (será carne de coelho ou gaivota? *PAM PAM PAAAAAM!*)

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

{Outubro Trevoso} [Resenha] It (2017)


Para quem chegou a assistir o filme/apanhado da minissérie de 1990, “It - Uma Obra Prima do Medo”, que foi baseada na obra icônica de Stephen King, “It - A Coisa”, sabe bem que adaptações envolvendo essa obra tem um passado um tanto quanto vergonhoso e sombrio - claro que a atuação de Jim Curry como o palhaço Pennywise ganhou alguns pontos importantes para o time.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

[Resenha] Death Note

“Maligno? EU SOU A JUSTIÇA! Sou o homem que salvará os oprimidos. E serei o Deus de um novo mundo, um mundo ideal! Aqueles que se opõem a Deus, estes, sim, são malignos!”


“Death Note” é um filme, produzido pelo Netflix, baseado na obra de Tsugumi Ohba (ilustrada por Takeshi Obata). O mangá serviu de base para a construção de um império de fãs alucinados, que mesmo depois de quase 10 anos da sua conclusão, continua recrutando fãs novos a cada dia.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

[Resenha] Desventuras Em Série #1: Mau Começo

Título: Desventuras Em Série: Mau Começo

Título original: A Series Of Unfortunate Events: The Bad Beginning

Autor: Lemony Snicket (Daniel Handler)

Editora: Companhia das Letras 

Número de páginas: 152


Sinopse: Mau começo é o primeiro volume de uma série em que Lemony Snicket conta as desventuras dos irmãos Baudelaire. Violet, Klaus e Sunny são encantadores e inteligentes, mas ocupam o primeiro lugar na classificação das pessoas mais infelizes do mundo. De fato, a infelicidade segue os seus passos desde a primeira página, quando eles estão na praia e recebem uma trágica notícia. Esses ímãs que atraem desgraças terão de enfrentar, por exemplo, roupas que pinicam o corpo, um gosmento vilão dominado pela cobiça, um incêndio calamitoso e mingau frio no café da manhã. É por isso que, logo na quarta capa, Snicket avisa ao leitor: "Não há nada que o impeça de fechar o livro imediatamente e sair para uma outra leitura sobre coisas felizes, se é isso que você prefere".

quarta-feira, 26 de abril de 2017

[Especial] Coração Satânico


Já comentei aqui no blog que costumo favorecer o material fonte sobre suas adaptações pelo simples fato de que a ideia original, o argumento proposto pela obra original, nem sempre é preservado na transição entre mídias. Não que adaptações de livros para o cinema – para ficarmos mais próximos ao tema deste texto – não possam gerar bons filmes: há muitos filmes famosos que foram baseados em livros e que conquistaram tanto sucesso que acabaram ganhando vida própria (“O Poderoso Chefão”, “Tubarão”, “Forest Gump”, entre muitíssimos outros, sem falar nos casos em que o filme superou tanto o sucesso do livro que a maioria das pessoas nem sequer sabe que se trata de uma adaptação, como é o caso de “Duro de Matar”). O ponto aqui não é exaltar a literatura acima do cinema e sim deixar claro que uma adaptação não é suficiente, não transmite com fidelidade, propositalmente ou não, os argumentos da obra original e que, portanto, vale sempre a pena conferir o material fonte. Uma das minhas maiores surpresas literárias foi a constatação de que “The Warriors”, livros escrito por Sol Yurick, é muito superior ao “The Warriors” dirigido por Walter Hill: o primeiro é um mergulho na psique do jovem pobre Novas Iorquino, que vê no mundo das gangues uma possibilidade de conquistar a estabilidade financeira e o convívio familiar que a sociedade, pela maneira como se organiza, nega-lhe; o segundo é um filme sobre porradaria que, em muitos aspectos, glorifica essa mesma posição social trágica. O material fonte é uma obra de arte, sua adaptação é produto de uma indústria cinematográfica que, ao passo em que tem seu valor (é realmente um grande filme, muito bem dirigido), não faz nenhum favor ao argumento e às críticas sociais presentes no material fonte.

segunda-feira, 27 de março de 2017

[Resenha?] The Warriors: Os Selvagens da Noite

Título: The Warriors: Os Selvagens da Noite

Autor: Sol Yurick

Editora: Darkside books

Número de páginas: 274


Sinopse: No livro, os guerreiros em questão são membros dos Dominators de Coney Island, acusados, injustamente, pelo assassinato do líder que tentava unificar as gangues. Jurados de morte, os Dominators não têm outra alternativa além de fugir, atravessando territórios inimigos sem nunca saber em que beco sombrio a Morte se esconde. Inspirado nos então chamados delinquentes juvenis que Sol Yurick conheceu de perto ao trabalhar como assistente social, os personagens são anti-heróis de carne osso, capazes de atos de bravura e covardia com igual intensidade. Um retrato fiel dos conflitos de jovens à margem da lei durante uma época de contestação social, conflitos raciais e revoluções criativas. Dos hippies ao hip-hop. De Tarantino à Armação Ilimitada. O cinema, os games, a música, a moda e a street art beberam dessa mesma fonte. É hora dos guerreiros originais reconquistarem seu território na cultura pop. Leia The Warriors e descubra por que esse romance, escrito há cinquenta anos, continua mais atual do que nunca.

quinta-feira, 9 de março de 2017

[Especial] {#SemanaGirlPower} Harry Potter e a Maratona Vindoura


Seja por preguiça, incapacidade, falta de verba ou simplesmente de vergonha na cara, sempre me declarei fã da série Harry Potter sem nunca ter lido todos os livros. Assim como muitos outros como eu, li apenas “O Príncipe Mestiço” e “As Relíquias da Morte” durante aquele tempinho de profundo desespero que acometeu os fãs depois do quinto filme da franquia. Lembro-me de ter devorado ambos e de ter me impressionado com a qualidade de suas posteriores adaptações. Com o fim da série, aqueles momentos finais em que Harry conduz seus filhos através da plataforma 9 ¾ (ou 9 e ½, dependendo da edição), fiquei triste e também me dei por vencido: a série acabou, não há mais nenhum livro nem filme a ser lançado, e não adianta querer ler os livros publicados porque eu já sei tudo que acontece neles.

Mas a pulga insistiu em permanecer atrás da orelha.

sábado, 4 de março de 2017

[Resenha] Alien

Título: Alien

Autor: Alan Dean Foster

Editora: Aleph

Número de páginas: 328


Sinopse: A tripulação da nave Nostromo é despertada antes do tempo de seu sono criogênico. Misteriosos sinais vindos dos confins do espaço são recebidos pelo computador de bordo, e a equipe é acionada para investigar um planeta desconhecido. Um tripulante é atacado por uma forma de vida estranha, e esse pode ser o início de uma história pior que os mais terríveis pesadelos da humanidade.




sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

[Resenha] Battle Royale

Título: Battle Royale

Título original: バトル・ロワイアル

Autor: Koushun Takami

Editora: Globo Livros

Número de páginas: 664 (uuuuh, quase o número do capiroto...)

Skoob: Adicione a sua estante

Sinopse: Battle Royale é um thriller de alta octanagem sobre violência juvenil em um mundo distópico, além de ser um dos best-sellers japoneses e mais polêmico entre os romances. Como parte de um programa implacável pelo governo totalitário, os alunos do nono ano são levados para uma pequena ilha isolada e recebem um mapa, comida e várias armas. Forçados a usarem coleiras especiais, que explodem quando eles quebram uma regra, eles devem lutar entre si por três dias até que apenas um "vencedor" sobreviva. O jogo de eliminação se torna a principal atração televisiva de reality shows. Esse clássico japonês é uma alegoria potente do que significa ser jovem e sobreviver no mundo de hoje. O primeiro romance do jornalista Koushun Takami, tornou-se um filme ainda mais notório pelo diretor de 70 anos de idade, Kinji Fukusaku. Na batalha de todos contra todos, há os que enlouquecem, os que se revoltam, os que extravasam os piores instintos, os que buscam se alienar – e até os que assumem com prazer a missão de eliminar pessoas que horas antes eram colegas de classe. Nesse ambiente, o fio do suspense se mantém esticado o tempo todo: é possível confiar em alguém? Do que um ser humano é capaz quando toda forma de violência passa a ser aceita?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

[Resenha?] Eu Sou a Lenda


Título: Eu sou a lenda

Título original: I am legend

Autor: Richard Matheson

Editora: Aleph

Número de páginas: 382

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Sinopse: Robert Neville é o último homem vivo sobre a Terra... mas ele não está sozinho. Cada outro homem, mulher e criança na Terra se tornou um vampiro, e todos estão famintos pelo sangue de Neville. De dia, ele é o caçador, caçando os não mortos adormecidos através das ruínas abandonadas da civilização. À noite, se entrincheira em sua casa e reza pela madrugada.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

[Especial] 5 Motivos para ler It: A Coisa, de Stephen King!


Acho que a primeira coisa que eu deveria dizer é: esse post não é bem uma resenha. Não acho que eu vá conseguir expressar tudo o que eu senti ao ler esse livro (sou dramática meeeesmo), com apenas a resenha. Por isso, resolvi começar enumerando 5 motivos para ser ler "It".

Não é mistério para ninguém que eu estava organizando um projeto meio dominado pelo flop, de ler "It: A Coisa". Apesar de ter dividido a leitura em cinco meses (aproximadamente 250 páginas por mês), fui acometida por um flop em meados de outubro, e acabei parando de ler um pouco. Nos primeiros dias de 2017 me bateu uma onda de inspiração e eu li pelo menos 800 páginas sem parar, até chegar ao fim e perder o sentido da minha vida. Venho aqui hoje dar 5 motivos para ler uma das grandes chaprocas de Stephen King:

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

[Resenha] Exorcismo

Título: Exorcismo

Título original: Possessed

Autor: Thomas B. Allen

Editora: DarksideBooks

Número de páginas: 254


Sinopse: A história real que inspirou o clássico O Exorcista. “Livrai-nos de todo o mal, amém.” Um fenômeno quase paranormal atingiu o mundo em 1973. Multidões sofreram de náuseas, desmaios, alucinações e calafrios, numa histeria coletiva sem precedentes. Todos aparentemente possuídos por um filme: o já clássico O Exorcista, dirigido por William Friedkin e adaptado do romance que o roteirista Willian Peter Blatty lançara dois anos antes e que completa 45 anos em 2016. Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade. A história real aconteceu em 1949, Exorcismo narra em detalhes os fatos que aconteceram com Robert Mannheim, um jovem norte-americano de 14 anos que gostava de brincar com sua tábua ouija, presente que ganhou de uma tia que achava ser possível se comunicar com os mortos. Thomas B. Allen contou com uma santa contribuição para a pesquisa do seu trabalho. Ele teve acesso ao diário de um padre jesuíta que auxiliou o exorcista Bowdern. Como resultado, seu livro é considerado o mais completo relato de um exorcismo pela Igreja Católica desde a Idade Média. Os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren definiram a obra de Thomas B. Allen como “um documento fascinante e imparcial sobre a luta diária entre o bem e o mal”.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

[Resenha] Hellraiser - Renascido do Inferno


Título: Hellraiser

Título original: The HellBound Heart

Autor: Clive Barker

Editora: Darkside Books

Número de páginas: 160

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Sinopse: Escrito em 1986, Hellraiser – Renascido do Inferno apresentou ao público os demoníacos Cenobitas, personagens criados por Clive Barker que hoje figuram no seleto grupo de vilões ícones da cultura pop como Jason, Leatherface ou Darth Vader. Toda a perversidade desses torturadores eternos está presente em detalhes que estimulam a imaginação dos leitores e superam, de longe, o horror do cinema. Clive Barker escreveu o romance Hellraiser – Renascido do Inferno (The Hellbound Heart, no original) já com a intenção de adaptá-lo ao cinema. O cultuado filme de 1987 seria sua estreia na direção, e ele usou o livro para mostrar todo seu talento como contador de histórias a possíveis financiadores. Nas palavras do próprio Barker: “A única maneira foi escrever o romance com a intenção específica de filmá-lo. Foi a primeira e única vez que fiz assim, e deu resultado”. De leitura rápida e devastadora, Hellraiser – Renascido do Inferno conta a história de um homem obcecado por prazeres pouco convencionais que é tragado para o inferno. Inspirado nas afinidades peculiares do autor, o sadomasoquismo é um tema constante em sua arte. Se você é fã de Clive Barker, precisa ler sua primeira obra-prima.