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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

[Resenha] Dinastia de Ladrões #2: Vow of Thieves

"Agora eu sabia. Eu ainda tinha coisas piores do que morrer pela frente." (Página 14)


Resolvi inovar e aqui teremos uma resenha + análise, então já fica o aviso que é bem provável que você receba um murro de spoilers na cara - vou tentar me controlar mas não garanto. Se você ainda não leu nenhum livro da Mary E. Pearson, eu não sei o que você está fazendo nessa resenha (faça um favor a si mesmo e comece por aqui). Se você ainda não leu “Vow of Thieves”, esteja avisado que você está adentrando o mar dos spoilers.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

[Resenha] Princesa das Cinzas #1: Princesa das Cinzas

“Mas ela estava certa, em determinado sentido. Eu era uma princesa feita de cinzas, nada mais resta de mim para queimar. Chegou a hora de a rainha se erguer.” (Página 348)



terça-feira, 8 de maio de 2018

[Resenha] O Livro e a Espada #1

“Chega um dia em nossa vida, o cruzamento daquilo que fomos com aquilo que somos e aquilo que seremos. Nesse momento, ao término de tudo, é que decidimos qual será nosso fim. Com orgulho ou vergonha da trajetória percorrida.” (Página 9) 

sexta-feira, 20 de abril de 2018

[Resenha] Uma Dobra no Tempo (Graphic Novel)


“Uma Dobra no Tempo” foi originalmente publicado em formato de romance em 1962 por Medeleine L’Engle, inédito no Brasil até sua recente publicação em 2017 pela editora Harper Collins. Com o recente anúncio de uma adaptação cinematográfica da obra de L’Engle por ninguém mais, ninguém menos que os Estúdios Disney e dirigido por Ava DuVernay, muitas pessoas passaram a conhecer as obras de L’Engle, que faleceu em 2007 e deixou para as futuras gerações mais de 60 obras.

sexta-feira, 30 de março de 2018

[Resenha] A Guerra da Rainha Vermelha #1: Prince of Fools

“Dois heróis, um levado a esmo por seu pau, o outro ao norte por seu coração. Nenhum usando o cérebro em qualquer decisão importante. Não os julguemos com dureza, meus soldados, pois nada é realmente profundo, nada tem consequência.” (Página 299)

segunda-feira, 26 de março de 2018

[Resenha] As Crônicas de Marte


Após uma experiência um tanto negativa em “Mulheres Perigosas”, eu resolvi me aventurar novamente em um compilado de contos organizados pelo titio Martin… Errei em tentar novamente ou finalmente acertei? Leia e descubra…

segunda-feira, 19 de março de 2018

[Resenha] Mar Despedaçado #3: Meia Guerra

“A senhora quer ser misericordiosa. Manter-se na luz. Eu entendo. Admiro. Mas, minha rainha… Só os vitoriosos podem ter misericórdia.” (Página 179)

sábado, 24 de fevereiro de 2018

[Resenha] Trilogia dos Espinhos #3: Emperor of Thorns

“A dor espalha e cresce e sai para quebrar o que há de bom. O tempo cura todas as feridas, mas muitas vezes somente com o uso da sepultura e, enquanto vivemos, algumas dores vivem conosco, ardendo, fazendo-nos contorcer e virar para escapar delas. E, conforme nos contorcemos, viramos outros homens.” (Página 186)

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

[Resenha] Jovens de Elite #1: Jovens de Elite

“Você não é uma aberração. Você não é apenas uma malffeto. É por isso que eles a temem. Os deuses nos deram poderes, Adelina, porque nascemos para reinar.” (Página 48)

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

[Resenha] Os Senhores dos Dinossauros #1: Os Senhores dos Dinossauros


“Senhores dos Dinossauros” foi um dos clássicos livros que eu comprei com uma hype absurda, porém devido a algumas resenhas negativas, acabei deixando estacionado na estante por um booooooooooom tempo… Finalmente tomando vergonha na cara - e devido ao lançamento do segundo volume “Cavaleiros dos Dinossauros” - resolvi desencalhar este livro e dar uma chance a ele, afinal são dinossauros!

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

[Resenha] Trilogia dos Espinhos #2: King of Thorns

“Nós não somos lembranças, nós somos sonhos. Todos nós. Cada parte de nós um sonho, um pesadelo de sangue e vômito e tédio e medo. E quando nós acordamos - nós morremos.” (Página 429)



Se você achou que em “Prince of Thorns” fomos jogados no meio da ação, prepare-se para ser arremessado de cara no chão em “King of Thorns”.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

{Outubro Trevoso} [Resenha] Abominação

“Porque a guerra é uma amante ciumenta. Tem um jeito de nos chamar de volta para ela, muito depois de pensarmos que nos despedimos para sempre.” (Página 73)


sábado, 16 de setembro de 2017

[Resenha] Elantris

“[...] Cada corte, cada raspão, cada hematoma e cada ferida ficará com você até que enlouqueça de sofrimento. Como eu dizia, bem-vindo a Elantris.” (Página 19)

quarta-feira, 19 de julho de 2017

[Resenha] Ciclo Terramar #2: As Tumbas de Atuan

“[...] A liberdade é um fardo pesado e uma carga enorme e estranha para o espírito carregar. Não é fácil. Não é um presente dado, mas uma escolha que se faz, e a escolha pode ser difícil. A estrada sobe em direção à luz, mas o viajante sobrecarregado pode nunca chegar a seu fim.” (Página 143)


sexta-feira, 7 de julho de 2017

[Resenha] Scythe #1: O Ceifador

“A imortalidade não pode amenizar a loucura ou a fragilidade dos jovens. A inocência está fadada a uma morte absurda por nossas próprias mãos, uma vítima dos erros que nunca podemos corrigir. Assim enterramos o deslumbramento ingênuo com que um dia vivemos, substituindo-o por cicatrizes das quais nunca falamos, tão profundas que nenhuma tecnologia é capaz de curar.” (Página 380)


Um mundo onde ninguém mais pode morrer, nem mesmo que queira, já que as pessoas podem ser revividas – claro, pelo preço certo. Como controlar a super população em tempos de pós mortalidade, onde o que mais almejávamos se tornou nossa própria danação?

“Antes, o fim da vida humana ficava nas mãos da natureza. Mas nós a roubamos. Agora temos o monopólio da morte. Somos seu único fornecedor.” (Página 16)

quarta-feira, 14 de junho de 2017

[Resenha] Ciclo Terramar #1: O Feiticeiro de Terramar

“Somente no silêncio a palavra, somente nas trevas a luz, somente na morte a vida: o voo do falcão brilha no céu vazio.” (Página 11)


Palavras. Tudo o que é dito tem poder, isto se você sabe o nome real das coisas.

Ursula K. Le Guin, como diz no próprio posfácio deste livro. Escreveu um livro de fantasia para adolescentes, o famigerado YA. Só que ela não usou os moldes dos YAs da atualidade, ainda mais por ter escrito este livro em 1968, onde as referências em fantasia eram Tolkien e T.H. White (Já ouviram falar de Gandalf e Merlin?). Estas referências incluíam a segregação, principalmente racial e de gênero (alô meu povo, estamos em 2017 e ainda temos muito disso na literatura - estamos caminhando para o progresso!). Por isso, Ursula resolveu mandar todo mundo a merda, com muita classe, e escrever um livro com pessoas de outras etnias. Vale ressaltar que a época que este livro foi escrito, 1968, foi o auge do conflito por direitos civis nos Estados Unidos. Não podemos esquecer: Martin Luther King Jr. foi assassinado no mesmo ano. Ninguém é obrigado a tomar parte em movimentos sociais, mas esse tipo de contribuição é muito importante, ainda mais para um gênero literário que carece, até hoje, de algo tão presente para no mundo em que vivemos: diversidade.